A confusão abençoada do Pentecostes
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Você é alguém que ama um novo aparelho e mal pode esperar para descobrir como usá-lo e descobrir do que ele é capaz? Ou você acha a tecnologia nova confusa e a evita a todo custo, preferindo ficar com o que conhece, sem querer um novo desafio? Ou quem sabe você gosta de experimentar coisas novas e descobrir do que é capaz?
Para muitos de nós, navegar por novas situações ou experiências que não entendemos imediatamente pode ser um cenário estressante. Entrar em contato com o que sentimos nesses momentos pode nos ajudar a nos colocar no lugar dos discípulos e de outros seguidores de Jesus após sua crucificação, ressurreição e ascensão. Ao longo da vida, Jesus passou tempo conversando com Seus discípulos para explicar a eles o que iria acontecer. Mas, muitas vezes os discípulos não acompanharam muito bem o que estava acontecendo!
Se você fosse discípulo de Jesus na época, você teria entendido este versículo? “A partir daquele momento, Jesus começou a explicar aos seus discípulos que ele tinha que ir para Jerusalém e sofrer muitas coisas nas mãos dos anciãos, dos chefes dos sacerdotes e dos mestres da lei, bem como ser morto e ressuscitar no terceiro dia” (Mateus 16:21-22).
Como se tudo isso não fosse confuso o suficiente, Jesus compartilha algumas notícias reconfortantes com Seus discípulos – embora talvez esses ditados tenham soado mais como enigmas para alguns deles! “Contudo, afirmo que é para o bem de vocês que eu vou. Se eu não for, o Conselheiro não virá para vocês, mas, se eu for, eu o enviarei” (João 16:7).
Assim chegamos aos eventos do Festival de Pentecostes, celebrado 50 dias após o Festival da Páscoa (24 de maio), registrado em Atos 2:1-13, e apresentando uma sequência de eventos confusos e inacreditáveis! Os que estavam presentes ouviram um vento forte e, então, viram o que pareciam línguas de fogo pousando sobre suas cabeças, e começaram a falar em línguas que não conheciam!
As promessas de Jesus foram cumpridas no Pentecostes. Cristo enviou o Espírito Santo aos Seus seguidores. Não era apenas para os líderes ou para os mais fiéis, mas o Espírito Santo veio a todos eles, estabelecendo residência permanente em cada cristão.
Quando acreditamos em Jesus Cristo e somos salvos, compartilhamos de Sua morte e ressurreição. Mas não termina por aí. Também vivenciamos o Pentecostes. O Espírito Santo também vem até nós, ensinando-nos e guiando-nos para a verdade. O Espírito Santo é a presença de Cristo em nós, capacitando-nos a viver a vida que a morte e ressurreição de Jesus tornaram possível.
Muita coisa sobre a fé cristã pode parecer confusa, especialmente a história do Pentecostes. Felizmente, seguir Jesus não exige que compreendamos tudo, mas, sim, que tenhamos fé. Podemos convidar o Espírito Santo para nossas vidas e participar do trabalho que Ele quer fazer em nós e através de nós.
Texto traduzido - salvationist.org.uk/resources
(Artigo publicado na edição de maio/junho da revista RUMO)




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