Não partidário, mas não apolítico
Atualizado: há 1 dia
À medida que a Nova Zelândia se preparava para as Eleições Gerais de 2023, ouvi o comentário de outro ministro religioso: “A justiça cristã não toma partido. Não devemos nos envolver em debates políticos.” Essa ideia de que os cristãos devem permanecer afastados da política também tem feito parte do Exército de Salvação quando nos referimos a nós mesmos como apolíticos, ou seja, não interessados ou não envolvidos em política. Porém, isso não está correto.

Ver as necessidades das pessoas e atendê-las e, então, falar sobre as questões que estão por trás dessas necessidades, faz parte de quem somos como movimento. Estamos envolvidos politicamente na busca pelos valores do Reino de Deus para as nossas comunidades.
Quando se trata de engajamento político, o Exército de Salvação é apartidário. Isso está declarado em nossa Tomada de Posição Internacional, sobre o Exército de Salvação e o Estado:
“O Exército de Salvação é politicamente apartidário. Embora busque influenciar assuntos governamentais e públicos, o Exército de Salvação não promove ou endossa candidatos específicos ou partidos políticos. Ao trabalhar com qualquer Estado e suas agências, o Exército de Salvação procura promover os valores bíblicos, incluindo justiça, verdade, misericórdia, igualdade, direitos humanos e paz, como parte de suas convicções e práticas religiosas”.
Embora o Exército de Salvação não apoie nenhum partido político ou candidato em particular, somos e devemos ser informados e engajados nas questões que afetam nossa nação. Nossa posição apartidária nos permite trabalhar com uma ampla variedade de governos e organizações dentro do território em que atuamos e também como um Exército de Salvação internacional.
Ao nos prepararmos para exercer nosso voto individual, sejamos bem informados sobre os temas que estamos debatendo, consideremos, em todo o espectro político, quais políticas buscam os valores do Reino de Deus para nossas comunidades e, então, unamos nossa voz àqueles a quem servimos.
Texto traduzido da revista SALT Magazine, Território da Nova Zelândia, Tonga, Fiji e Samoa




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